

O tradicional Mercado de Janeiro volta às ruas de Sardoal no domingo, dia 11 de janeiro. Este mercado, de caráter anual, realiza-se sempre no segundo domingo de cada ano e carateriza-se, essencialmente, pela comercialização de utensílios agrícolas e alimentos próprios desta época.
O Mercado de Janeiro da Vila de Sardoal continua a mobilizar as populações das terras limítrofes, que aqui se deslocam em ambiente de animação e convívio para fazerem as suas compras.
Antigamente este Mercado era espaço de importantes transações de gado vivo, em especial de espécies bovinas, caprinas e suínas. No espaço do antigo mercado, onde hoje é a Avenida Heróis do Ultramar, efetuavam-se vendas significativas de porcos gordos ou de leitões para criar, sendo esta uma das formas de subsistência de muitas famílias.
Recorde-se que o porco tinha uma enorme importância na economia familiar e o dia da matança do dito era acompanhado de rituais festivos, uma vez que significava a garantia de alimentação para o ano inteiro, com as carnes conservadas nas “salgadeiras”.
No dia 14 de janeiro vai decorrer, na Praça da República, em Sardoal, a partir das 14h00, a apresentação pública de novos Meios e Equipamentos de Proteção Civil e Defesa da Floresta, ao serviço do Corpo de Bombeiros Municipais de Sardoal e da equipa de Sapadores Florestais.
Esta apresentação insere-se na estratégia do Município de Sardoal em apostar na Proteção Civil local, investindo em equipamentos que procurem dar respostas mais rápidas e eficazes em caso de incêndios rurais e outras emergências.
Os novos Meios e Equipamentos de Proteção Civil foram cedidos pela Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo, envolvendo todos os Municípios que a compõem, num investimento global superior a 4 milhões de euros, sendo cofinanciados pela União Europeia, através do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER), no âmbito do Programa Centro 2030 (85%), tendo os Municípios suportado a componente nacional do investimento (15%).
Quanto aos equipamentos da equipa de sapadores florestais, estes foram cedidos pelo Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, através de financiamento no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).
