

O Centro Cultural Gil Vicente vai ser palco de Oficinas de Expressão Dramática e Movimento Criativo, a partir de 13 de janeiro, às terças-feiras, das 18h30m às 20h00m. A iniciativa, de participação gratuita, destina-se a jovens dos 14 aos 25 anos e as inscrições podem ser efetuadas pelo e-mail
Dinamizado por Carla Dias, este é um projeto que se pretende que seja continuado utilizando a Expressão e as ferramentas artísticas como meio de explorar a contribuição para o desenvolvimento pessoal, social e comunitário dos seus participantes.
Todas as semanas, os participantes terão a oportunidade de aderir a vários “jogos de expressão dramática” e “técnica do alfabeto do corpo” onde podem desenvolver ferramentas de expressão corporal, vocal e de desenho através de movimento criativo. Estes jogos serão interligados com conteúdos ligados à “Dança-Teatro” e poderão culminar com a apresentação de um espetáculo teatral em trabalho de dinâmica de grupo e de envolvimento comunitário, privilegiando o desenvolvimento da criatividade e da criação e fruição artística.
Esta iniciativa conta com o financiamento da Direção-Geral das Artes, ao abrigo do Apoio à Programação da RTCP, rede de equipamentos da qual o CCGV faz parte desde 2021.
O XI Trail “Terras do Sardão”, que decorrerá no dia 31 de maio, tem inscrições abertas até 20 de maio.
A prova será composta por três trajetos de diferentes distâncias: Mini Trail (11 km), Trail Curto (17 km) e Trail Longo (30 km), contando ainda com uma Caminhada (11 km).
Com organização do Município de Sardoal, o Trail “Terras do Sardão” conta com a parceria do Grupo Desportivo “Os Lagartos” e com o envolvimento de diversas coletividades do Concelho, ao nível do controlo e apoio logístico ao longo do percurso.
As inscrições podem ser efetuadas no site Trilho Perdido, em www.trilhoperdido.com. Mais informações através dos seguintes contactos: 961 079 966 ou 241 851 431 (setor de desporto) ou pelo email
“Ecos do Divino” é a exposição que será inaugurada no Centro Cultural Gil Vicente, no dia 20 de março, e que reúne 10 peças escultóricas de Arte Sacra do Concelho de Sardoal.
As imagens que integram a exposição são do século XV ao século XVIII e provêm da Igreja Matriz de Sardoal, da Capela de São Guilherme, em Andreus, e de São Simão.
Esta exposição é uma oportunidade única para apreciar as imagens enquanto manifestação artística, para além do culto.
“Ecos do Divino” estará patente até 23 de maio, integrada no programa complementar da Semana Santa.
“Mãos que fazem arte” é o nome da exposição documental com fotografias de Paulo Jorge de Sousa, que inaugura a 20 de março e ficará patente até 24 de maio, na Biblioteca Municipal. Mais do que uma exposição sobre os tapetes de flores das capelas e igrejas do Sardoal, esta é uma compilação de quase uma centena de fotos do processo de construção dos mesmos e retrata também as diversas gerações de sardoalenses que, ao longo das últimas décadas, têm mantido viva esta tradição. A exposição reúne fotos do início dos anos 2000, altura em que Paulo Sousa começou a utilizar a fotografia digital e dá depois um salto até à época atual, sendo evidente o surgimento de novas mãos que, insistentemente continuam a fazer desta a sua arte.
No âmbito do programa complementar da Semana Santa, o espaço Cá da Terra acolhe, entre 20 de março e 24 de maio, a exposição “Projeto Capela 2026”.
A mostra apresenta um conjunto de trabalhos realizados pelos alunos do Agrupamento de Escolas deste Concelho, alusivos aos tapetes de flores da Semana Santa. De entre quase quatro dezenas de trabalhos selecionados para a exposição, um será escolhido para ser elaborado no chão da Capela do Senhor dos Remédios.
Realizado há mais de 20 anos, o Projeto Capela é enquadrado pelo Agrupamento de Escolas de Sardoal e tem o objetivo de estimular a criatividade e sensibilizar para a importância de se manterem vivas as tradições no Concelho, envolvendo os alunos na Semana Santa e numa tradição secular.
O Projeto Capela decorre, também, no âmbito do Plano Nacional das Artes, que visa refletir e disseminar o lugar das expressões e das linguagens artísticas na educação, formal e não formal, através de uma programação cultural integrada e diversa.
Sérgio (interpretado por Sérgio Coragem), engenheiro ambiental, viaja para uma cidade da África Ocidental através de uma ONG, para elaborar um relatório sobre a construção de uma estrada entre o deserto e a selva. Enquanto tenta perceber o que aconteceu ao seu antecessor, desaparecido sem deixar rasto, torna-se bastante próximo de Diara e Gui (Cleo Diára e Jonathan Guilherme), dois habitantes locais.
Com a presença do realizador Pedro Pinho
